Pernambuco planejado município por município, setor por setor.
A proposta do Brasil Sintético ao Governo de Pernambuco: uma linha de base do estado hoje, cenários de política comparados sobre ela, e o veredito contra os dados do próprio estado a cada semestre, até 2040.
2010
Cada quadrado é um município, com a área pela população.
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Pernambuco hoje
Entre o Censo de 2010 e o de 2022, Pernambuco cresceu 3%. Mas 91 dos 185 municípios encolheram, o Recife entre eles. Um plano para 2040 começa por saber isso setor por setor, não por média de estado.
O Brasil Sintético constrói, do Censo 2022 e das bases abertas do governo federal, um gêmeo estatístico da população: 9,02 milhões de pessoas sintéticas em Pernambuco, com idade, sexo, escolaridade, renda, domicílio e setor censitário. Nenhuma delas é uma pessoa real; juntas, elas reproduzem o estado.
Sobre esse gêmeo, o console da cidade mostra cada setor: o que o IBGE contou, o que o modelo estima, e o erro dessa estimativa naquele setor. Saneamento, distância à escola de cada etapa, distância à saúde, relevo, chuva desde 1981.
- 9,02 milhões de pessoas sintéticas em Pernambuco modelado
- 185 municípios e 19.571 setores censitários observado
- Recife: 1.537.704 pessoas em 2010, 1.488.920 em 2022 observado
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E se
Uma política é uma mensagem que precisa chegar a pessoas e mudar o que elas fazem: matricular, vacinar, se cadastrar, aderir. O motor simula como ela se espalha pela população sintética, setor por setor, pelos canais que o estado escolher, e devolve quem foi alcançado, em quanto tempo, e onde a diferença entre dois planos é ruído.
O mesmo cenário roda em Recife e em Petrolina e sai diferente, porque as pessoas e as redes de cada lugar são diferentes. É isso que um plano de estado precisa ver antes de gastar.
Quando o estado tiver dados próprios de uma campanha passada, o cenário é calibrado neles: o cenário calibrado é do estado, e só o estado o usa.
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Como saberemos se acertamos
Todo número do Brasil Sintético vem com o erro medido fora da amostra: o motor prevê um fenômeno real, e depois se compara com o que aconteceu, por estado e por município. O caso público é a adoção do Pix: calibrado até outubro de 2021, o motor previu os doze meses seguintes.
Em Pernambuco, o erro trimestral ficou entre 2,8% e 11,3%, e a ordem dos municípios pela adoção saiu certa com τ de 0,792 a 0,854. Pernambuco passa no teste.
É o mesmo mecanismo que propomos para o plano: a cada semestre, as séries do estado entram, o veredito sai, e o cenário é recalibrado. Vinte e oito rodadas até 2040. Um plano que desvia aparece na rodada seguinte, não no fim do mandato.
| Trimestre | Erro |
|---|---|
| 2021, 4º | 6,4% |
| 2022, 1º | 11,3% |
| 2022, 2º | 8,0% |
| 2022, 3º | 4,7% |
| 2022, 4º | 2,8% |
| Ordem dos municípios (τ) | 0,792, 0,830 e 0,854 |
| Ordem etária (τ) | 1,000, 1,000 e 0,867 |
| Resultado | passa |
O que já existe, e o que vem
Cada capacidade diz o seu estado. O que está no ar tem erro medido e página pública; o que está em construção tem decisão registrada; o que está em desenvolvimento só vai ao ar depois do teste.
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O gêmeo estatístico do estado
Os 9,02 milhões de pessoas sintéticas de Pernambuco, por setor, construídos do Censo 2022, do CNEFE, da RAIS, do INEP, do CNES e do Banco Central. Reproduzível bit a bit a partir das fontes.
no ar
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O diagnóstico setor por setor
Para cada setor, o observado do IBGE e o modelado com o seu erro: idade e sexo, renda, alfabetização, saneamento, a escola e a unidade de saúde mais próximas, relevo e chuva.
no ar
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O cenário de crescimento
O que um bairro ou loteamento novo pede da cidade: moradores, crianças por faixa, escola e saúde mais próximas, água, esgoto, lixo e declividade. Em 8 de cada 10 setores, o erro fica entre 9% a menos e 10% a mais.
no ar
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A simulação de uma política
Como uma mensagem ou um programa se espalha pela população, por setor e por canal, com o contrato de resposta que o estado define e o relatório em PDF.
no ar
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A calibração nos dados do estado
Um cenário ajustado numa campanha passada do próprio estado. Séries agregadas entram já; dado identificável, só depois do acordo de tratamento e da instalação dedicada. Nada do estado entra no modelo público.
no ar, com as regras acima
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Comparar planos lado a lado
Vários planos de uma vez: a ordem em cada indicador, a faixa entre as réplicas, e quais planos são piores que outro em tudo.
em construção
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Dentro do Brasil, comprovável
Uma organização em regime governo: nada sai do país, o que usa modelo de linguagem fica desligado, e o regime é atestado pela API e numa linha do relatório.
decidido, em construção
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A população em 2040
O gêmeo envelhecido ano a ano, com nascimentos, mortes e migração, cada município crescendo ou encolhendo pela sua própria história. Nenhum número de 2040 vai ao ar sem antes projetar 2010 e acertar 2022.
em desenvolvimento, depois do teste de 12 anos
O caminho
Quatro fases, cada uma com uma entrega que o estado pode conferir antes da seguinte.
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Demonstração
Recife, Caruaru e Petrolina no console, só com dados públicos. Esta página.
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Piloto
De três a cinco municípios: a linha de base, um cenário de política cada, e o veredito contra uma série pública. Entrega agregada.
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Contrato e instalação dedicada
O acordo de tratamento, a instalação separada, os primeiros dados do estado, a primeira recalibração.
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O ciclo até 2040
O painel do estado com as metas, a rodada semestral de acompanhamento, a revisão anual do plano.
O que não prometemos
- Uma previsão pontual de 2040. Prometemos cenários com erro medido e um ciclo que corrige o plano a cada semestre.
- Dado de uma pessoa. O gêmeo é da população; ninguém nele existe. Nenhum dado pessoal do estado entra no modelo.
- Capacidade de escolas e unidades de saúde. Vagas e leitos não estão em nenhuma base aberta; entram quando o estado os trouxer.
- Um número sem o seu tipo. Tudo o que mostramos é observado, modelado com erro, ou declaradamente planejado.
Vamos conversar
Para marcar a demonstração ao vivo ou pedir o material: contato@brasilsintetico.com